quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Jantamos o melhor, mas esquecemos dos que não comem. Usamos os mais caros, mas não lembramos dos que não possuem. Julgamos sem pudor, mas não perdoamos com a mesma frenquência. Abrimos a boca, mesmo sabendo que não é produtivo. Apontamos, mesmo sem saber quem é o certo e o errado. Guardamos amor, Escondemos carinho, não doamos paz. Nós determinamos os culpados, e ainda dizemos sua pena. E algumas vezes esquecemos de assumir a nossa própria culpa. Não somos simpáticos, definimos alguém por raça, cor, modo de escrever, modo de falar e até de digitar. Temos capacidade pra isso tudo, e ainda assim elegemos os piores para governar. Alguns lutam por seus objetivos, outros lutam pelo objetivo alheio, e alguns nem lutar, lutam. Aprendemos a ser frios com a vida e com algumas pessoas, mas olha que interessante: não aprendemos como se colocar no lugar do próximo, e saber que cada qual tem sua dor, e sua glória. Falamos frases bonitas, mas quase nunca fazemos gestos honrosos. Rimos da queda alheia, e ainda assim há quem nos levante quando caímos. Não respeitamos os nossos pais, mas respeitamos nosso chefe que cobra por serviços, enquanto nossos pais fazem tudo absolutamente gratuito. Acreditamos que o homem irá morar na lua, mas não damos importância quando nos dizem que o mundo tem jeito. Somos craques em futebol, natação, judô, e etc... Mas em compensação no desmatamento, na poluição, na mortalidade, na fome e na guerra somos os melhores. Fazemos guerra por lugar de estacionamento e infelizmente em coisas piores. Defendo que a humildade é a cura pra maioria dos males, :) defenda você também.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Ando com uma saudade das coisas boas da vida. Ando tão querendo cometer os mesmos erros que valeram à pena, ando com tanta vontade de procurar alguém pra ser feliz. Ando enjoada de me decepcionar com os amores para sempre. Ando querendo achar alguém pra me fazer cafuné e pra me cobrir quando eu dormir. Ando procurando amigos pra cada cada momento triste, amigos em que eu possa confiar. Ando tão descontente com os amigos que me deixaram pra trás. E ando tão insastifeita com os amigos que me colocaram na frente. Ando tão materialista, que ando com saudade de mim um dia. Ando tão preocupada com as pequenas coisas, que me dá ância de não me preocupar com os ataques do Rio.
Queria somente os meus velhos diários, e poder escrever neles toda minha história com novos personagens, novos cenários e novos protagonistas.